25 Setembro 2006

combinaram o encontro na última praia da Costa, na área onde param os carros. estavam lá à espera. três homens e uma carrinha branca, fechada. viram a puta chegar e parar o carro ao lado da carinha. não se mexeram. esperaram qe ela saísse do carro. então um deles disse:
«disseram-te para vires nua da cintura para baixo.»
«mas assim podiam ver-me na estrada», argumentou ela. «era perigoso.»
«perigoso? o que é que é perigoso para uma puta? tinhas medo que um camionista se esporrasse para cima de ti? ou que a BT te prendesse? isso querias tu!»
ela não respondeu. trancou o carro e dirigiu-se para eles. estava excitada. só tinha falado até agora com um deles e não conhecia os outros de lado nenhum. o que só aumentava a tesão que a conversa lhe dava.
«não ouviste, puta? tira já a saia, caralho! ou levas já aqui.»
ela desapertou a saia e deixou-a cair. ficou ali diante deles, de rata exposta.
«muito bem», disse um. aproximou-se e pegou na saia e, com um gesto violento, rasgou-a. depois atirou os restos para as moitas. «isto vai servir-te de lição. agora, quando voltares, vais mesmo sem saia.»
depois mandaram-na enrar na carrinha e um deles foi sentar-se no lugar do condutor. os outros entraram com ela.
«para já, vais pagar o transporte, puta. podes começar a mamar.»
tiraram os dois os caralhos para fora das calças e apresentaram-lhos. ela ajoelhou-se diante deles e começou a chupar.
«mama-me isso com bastante força, puta», avisou um deles, careca. «ou me sorves a nhanha toda ou ponho-te a lamber o alcatrão com o carro em andamento.»

andaram uns quinze minutos e então a carrinha parou. a puta só tinha conseguido fazer vir-se um dos homens, de forma que foi logo ali punida com 10 vergastadas no cu.
«hã, puta?» exclamou o macho que lhe aplicou a vergasta. «isto é que é começar bem. começas já a aquecer.»
«e vais aquecer muito mais daqui a pouco», disse o que conduzira. «tirem-na cá para fora.»
fizeram-na sair. estavam parados num descampado, logo atrás das dunas. ela olhou em volta enquanto um dos homens lhe aplicava uma corda: mãos amarradas atrás das costas, e depois as duas pontas da corda subiram para o pescoço, uma pelas costas e a outra passando entre as pernas, bem repuxada para entrar na cona, e depois entre as mamas. as duas pontas foram amarradas ao pescoço, de modo que a puta ficou sem se poder dobrar, a menos que quisesse sufocar ou rasgar o grelo.
«muito bem», apreciaram eles. «estás a preceito. agora caminha!»
«para onde?»
«na direcção das dunas, vaca! vamos exibir-te.»
«o quê?»
«que é? pensavas que vinhas a passeio? aqui não se brinca. força!»
uma vergastada no cu obrigou-a a acelerar atrás de um dos homens, pelo meio das dunas, na direcção do mar. de vez em quando, a vergasta mordia-lhe as bimbas. porque se estava a atrasar ou sem razão nenhuma, só porque apetecia ao homem.

nas dunas os homens obriaram-na a avançar até ficar à vista de quem estava na praia. ela tentou recuar mas eles aplicaram-lhe imediatamente a vergasta.
«nem te atrevas, puta!» gritaram-lhe. «vais ficar aí, à vista de toda a gente. não te preocupes que nenhum deles vem até cá. têm medo. vão só ficar a olhar. a ver como és tratada.»
um deles aplicou-lhe então duas molas de metal nos bicos das mamas, ligadas por uma corrente, e segurou-a alto, de forma que ela teve de se empinar toda, com as mamas bem puxadas para a frente. o outro homem começou a vergastá-la metodicamente no cu, na barriga, nas coxas e nas mamas.
«vão ser 50, puta. mesmo como tu gostas. pelo menos é o que tu dizes, hã?»
lá em baixo já havia quem se voltasse e começasse a olhar.
«olha bem. estão a apreciar o espectáculo. muitos daqueles tipos iam adorar fazer o que estamos a fazer. o que é que dizes? achas que sim?»
«sim», disse ela entre os golpes.
«e tu gostavas, hã, puta? adoravas ter aqui 20 machos prontos a encherem-te de chicotadas e de nhanha, hã? diz, puta. gostavas?»
«sim!»
«deixa lá. nós chegamos para ti. vais sair daqui de rastos.»

24 Setembro 2006



é assim que uma puta deve trabalhar. lá em baixo. sob o poder do macho. só ocupada em dar gozo ao macho.
estava ali por um enfarte. devia ter uns 50 anos. cabelo todo branco. no peito e no ombro direito tinha tatuagens gore. eu sabia que eram gora, embora as minhas colegas nem soubessem o que isso era. tinha uns olhos frios e uma boca cruel, que me seguiam pelo quarto quando eu entrava para fazer alguma coisa. era como se me perfurassem. era excitante.
um dia em que estava calor e eu andava só com a bata, sem nada por baixo, ele perguntou de repente:
«não trazes cuecas?»
apanhada de surpresa, só consegui responder:
«não.»
como se a pergunta fosse normal.
«porquê?»
«vêem-se por baixo da bata», respondi. e pensava ao mesmo tempo: não acredito que estou a ter esta conversa.
«e assim vê-se que não tens cuecas. uma enfermeira sem cuecas é uma coisa um bocado obscena, acho eu.»
«se o incomodo...» comecei, cheia de dignidade.
ele soltou uma gargalhada.
«incomoda? não incomoda nada. gosto. diz logo que és uma tipa quente.»
eu não sabia que responder.
«diz lá que não gostas de umas boas quecas, hã? aposto que dás tudo por uma.»
«tudo, não.»
«quase tudo. pois olha: eu, neste momento, também dava tudo por uma queca. estou aqui há uma semana e já nem sei onde guardar os tomates. estão quase a explodir.»
«não fale assim», pedi.
«porquê? tu gostas. e eu também. vamos fazer o seguinte: vais mostrar-me essa rata quente e depois empalas-te na minha verga. que é que dizes?»
e ao mesmo tempo que falava empurrou os lençóis para trás e exibiu uma enorme erecção. era um caralho grosso e escuro, mesmo como eu gosto. senti um aperto no cu.
«estás a ver?» insistiu ele. «está aqui pronto para despejar. anda cá e eu encho-te.»
eu não sabia o que havia de fazer. devia sair imediatamente, mas ao mesmo tempo não conseguia. estava fascinava por aquela verga.
«isso não», disse. «mas bato-lhe uma punheta, se quiser», propus.
«só?»
«só», disse eu, firme.
ele suspirou:
«lá terá de ser então.»
fui buscar uma bisnaga de creme e passei um bocado nas mãos. depois sentei-me na cama e agarrei naquele mastro. senti-o quente e poderoso na mão e fiquei para morrer. queria mesmo era senti-lo dentro! mas mantive-me firme. lentamente, comecei a bater-lhe uma bela punheta.
«mmmm, sabes bem fazer isso», apreciou ele. «vê-se que tens prática.»
acomodou-se na cama confortavelmente, cabeça apoiada nas almofadas e pernas abertas, e ficou a olhar para mim enquanto lhe massajava o caralho.
«sempre achei que as enfermeiras eram todas umas putas, sabes?» disse ele enquanto eu lhe esfregava o mastro, que estava enorme, grosso, e estremecia todo. mau grado o que dissera, a minha boca começou a salivar diante daquela cabeçorra cheia de força.
«não é bem assim», respondi.
«não? pois eu acho que sim», insistiu ele. «e tu confirmas. vê-se be que estás a gostar.»
não o desmenti. não podia.
«diz lá, confessa, puta! estás a gostar ou não?»
«estou», confessei.
«claro que estás. a coisa que mais gostas na vida é ver uma boa verga na tua frente e sonhar com ela enfiada. é ou não é?»
«talvez.»
«talvez? é, sim! sabes bem que sim.»
não o contrariei porque, de facto, era exactamente assim. continuei a massajá-lo. agora descia os meus dedos pelas bolas peludas, subia pelo mastro roçando as unhas na pele, o qe lhe dava um gozo evidente, e voltava outra vez a subir e descer a mão fechada ao longo do mastro.
«és mesmo uma grande puta. tenho a certeza que estás mortinha por abocanhar este caralho», insistiu.
parei de bater a punheta para poder argumentar, mas ele não me deixou:
«continua, puta. não pares. não te atrevas a parar.»
havia um tom de ameaça na voz dele, que me excitou. voltei a bater-lhe a punheta.
ele então tirou da mesa de cabeceira uma máquina digital e apontou-a para mim.
«vou tirar-te uma fotografia a bater-me a punheta», disse.
antes que eu pudesse sequer abrir a boca, tirou a fotografia e mostrou-ma: via-se perfeitamente a minha mão a agarrar firmemente o caralho dele, e a minha cara, que estava muito mais obscena e excitada do que eu pensava que fosse possível.
«ora bem», riu-se ele. «agora estamos melhor. vais fazer exactamente o que eu disser, ou então já sabes: a foto vai ter ao director do serviço. e sabes o que te acontece se eu fizer isso, não sabes?»
«sei.»
«o quê?»
«sou despedida.»
«és despedida e toda a gente vai ficar a saber que bates punhetas aos doentes. estás fodida, aqui e na china.»
«sim.»
«óptimo. portanto, e voltando ao princípio, puta: vais abrir essa boca e engolir a minha verga. e quero-a bem engolida, até te furar as amígdalas.»
fiquei a olhar para o caralho enorme nas minhas mãos, fascinada. ainda estava a integrar mentalmente a situação mas a minha cona e a minha boca já sabiam que sim, que ia engoli-lo todo.
«anda lá, não fiques aí a olhar», ordenou ele. «engole-o.»
que mais podia eu fazer? dobrei-me e abri a boca sobre aquela cabeça roxa.
recebi este convite por mail:



ainda se fosse um tratamento dos bons, com esperma e umas massagens de vergasta!



porque é que não há promoções dessas?

23 Setembro 2006

por circunstâncias várias, que me escapam (como eu gosto), não tenho podido esfregar-me livremente enquanto estou no computador, no blog ou no msn. é impossível dizer a tortura que isso significa, e a tesão que dá. estar amarrada sem estar.
há muito tempo vi um wesrtern que me encheu de tesão. um tipo era capturado pelos índios e castigado da seguinte maneira. encostaram-no a uma tábua com dois paus inseridos em cima, na perpendicular, a que ele tinha de se agarrar com as mãos. depois começaram a chicoteá-lo. se ele largasse os paus (com a dor), os índios matavam-no. achei aquilo delicioso. lembro-me que quase me vim.
estar aqui cheia de tesão e saber que não posso tocar-me ou lixo a minha vida toda é parecido. sentada muito direita como uma senhora e ter a cona a ferver por baixo da saia e o cu em espasmos e vontade de me empalar seja no que for e não poder - GOD!
Anonymous said...
puta tu nem sabes o que te vou fazer. vi-te ontem. nalgas arrebitadas. julgas que aquele ar de senhora me engana. vou-te fazer sofrer com a porrada que te vou dar
quando fores na rua e te disserem pra continuar a andar. nao digas nada. continua até te mandarem parar. quando parares vais ser literalmente rasgada . faço-te um buraco na cara e fodo-te lá, na bocheca.
Anonymous said...
éra disto que querias?
http://www.bravoporn.com/photo-gallery/insane-cock-brothas/4/




por um lado a ideia dá tesão. pichas destas devem entrar pelo cu até ao estômago. por outro, duvido que tenham as qualidades de dureza necessárias a um empalamento a sério. mais vale então o cabo de uma vassoura no cu, e uma picha mais curta mas grossa pela garganta abaixo.
Anonymous said...
puta claro que só nesse cu porco cheio de merda pra untar melhor, claro que o sangue que brotava da naifada também servia de lubrificante. na cona prendia molas de roupa de metal. era dor no cu, nas nalgas (via naifa) e na cona. um festim em?

22 Setembro 2006

Anonymous said...
na verdade achas amadores em todo o lado. se o gajo tivesse sido esperto encostava-se á parede e enrabava-te mesmo ali. ao mesmo tempo que te espetava com uma navalha nessas nalgas e retorcia a dita. era fantastico. digno de um titulo de filme porno. "a senhora do cú bóio "

nas nalgas ou na belly?


entrei na estação e fui comprar bilhete para o comboio para lisboa. eles eram 3 e estavam parados a conversar ao lado da bilheteira. eram musculados e com o cabelo quase rapado e pensei se seriam comandos. fossem o que fossem, pararam de falar quando me aproximei e ouviram-me pedir o bilhete. ouvi atrás de mim: «vamos a lisboa!» e risos abafados. nessa altura senti um formigueiro nas bimbas do cu, quase como se uma mão grossa me tivesse apertado o rabo, e senti um tremor nas pernas. tinha a certeza que me estavam a apreciar o cu. era como se estivesse a vê-los. «'bora!» disse outro. paguei e voltei-me para seguir para o cais sem olhar para eles. enquanto caminhava sentia os olhos no meu cu. senti o meu cu mexer-se e rebolar-se como se tivesse vida própria. tive medo que se visse nele um grito: «sim! sim! venham e comam-me toda!» subi para o cais, andei até uma zona isolada e fiquei à espera. nem dois minutos depois, os 3 homens subiram também e, como or acaso, caminharam até onde eu estava. eu já estava a ficar toda excitada e sentia a rata picar-me e palpitar por baixo da saia. num impulso, sentei-me e cruzei as pernas. a saia era muito curta e eu sabia que aquele movimento me ia descobrir as coxas mesmo até cima. fiquei assim sentada, a olhar em frente, desentendida. houve um assobio muito curto. «pá! porra!» disse um.
chegou nessa altura o comboio e levantei-me para entrar. os 3 homens puseram-se junto da porta mas não entraram logo. um deles fez-me sinal para entrar primeiro, como se estivesse a ser cavalheiro, mas os olhos eram lúbricos e ouvi uma gargalhada de outro deles. além disso a passagem que deixaram para eu passar era mínima: impossível passar por eles sem me roçar. e foi o que fiz. ao atravessar pelo meio dos corpos deles o meu corpo esperava sentir uma mão espremer-se o cu, ou uma mama. mas não aconteceu nada. só a sensação dura das calças de ganga deles quando passei.
lá dentro havia imensa gente e ficámos todos em pé uns encostados aos outros. à frente da minha cara tinha o peito de um deles. outro do meu lado esquerdo e o terceiro por trás. quando o comboio balançava o meu cu era atirado contra as calças dele. não tentei evitar que acontecesse. à minha direita era a parede e portanto eu estava literalmente emparedada por eles. nesta altura estava tão excitava que só me apetecia ajoelhar e sacar-lhes os caralhos ali mesmo e começar a mamá-los. tive de me esforçar violentamente para não o fazer.
não foi impressão minha. senti nitidamente nas calças do que estava atrás de mim crescer um rolo de carne que batia contra o meu cu de cada vez que eu me deixava ir contra ele. e depois, a certa altura, dei por mim completamente apertada pelos 3. já não lhes tocava quando o comboio balançava. estava entalada entre eles e podia largar-me que não me conseguiria mexer.
e na verdade foi o que fiz.
e foi então que ouvi na minha orelha esquerda:
«vais levar a maior foda da tua vida, grande puta.»
aquilo foi dito baixo. claro. se eu me mostrasse escandalizada ninguém teria ouvido nada. eles far-se-iam desentendidos e eu é que passava uma vergonha. ninguém gosta de ver putas de mini-saia a queixarem-se num comboio de estarem a ser apertadas. espera-se que seja isso o que elas querem. da minha experiência pessoal, têm toda a razão.
portanto olhei para o que tinha falado e entreabri a boca e disse baixinho:
«quero lamber-vos os caralhos. quero ser fodida.»
e nessa altura sim, uma mão pesada agarrou-me o cu e apertou até eu ter vontade de gritar.
«grande vaca», disse o homem.

21 Setembro 2006

fui à praia com umas cruzes de adesivo a taparem os bicos. tecnicamente nao estava a fazer topless, mas claro que era muito mais reles do que se estivesse. os homens olhavam para mim quando eu passava. nunca me senti tao consciente do abanar das minhas mamas enquanto andava. só faltava abaná-las com as mãos à frente deles e convidá-los a meterem lá o caralho. fiquei toda a escorrer com aquilo e quando cheguei ao carro tive de esfregar o grelo todo até me vir. o macho que ia comigo só se ria.
«és mesmo vaca», disse ele. «dizes que não és mas és. adoraste fazer aquilo.»
«pois adorei.»
«puta.»

20 Setembro 2006

mudei de email. agora é vacatotal@hotmail.com
Anonymous said...
Eu sei como tu gostas mas o segredo contigo é fazer-te sofrerlevar outra puta. amarrar-te a tie fode-la a ela. por todos os lados. até nos ouvidos e tu só a olhar. quanto muito passar-te uma pena de pavão nessa conaça enquanto a outra é enrabada com um saco na cabeça e deixar-te imaginar que podias ser tu. assim ter ali uma puta ou uma boneca é o mesmo. mas a puta grita de gozo e de dor. nada como lhe colocar umas molas de aço a apertar as tetas e em simultaneo enraba-la com um caralhao das caldas. e tu a ver a querer estar no lugar dela e ninguém te dá o que queres. isso sim puta ias gritar a chamar-me nomes, a pedir que te fodesse. mas nao o faria deixava a outra esvairse em sangue com a cabeça tapada e tu a veres. testemunha cumplice de um crime onde querias ser a vitima.

é verdade! sim!


arrastada como uma vaca entre machos sentir-me completamente levada sem poder fazer nada saber que so me largam quando estiverem satisfeitos e que se estao a cagar para mim se vivo ou morro so querem saber dos meus buracos e de me fazerem gritar


eu acho que é assim: uma vaca para ser castigada é ter os braços amarrados atras das costas de maneira a empinar as mamas e com uma corda no pescoço esticada de maneira a nao poder dobrar-se sem apertar, e depois ser chicoteada
toda chicoteada dos pes a cabeça tudo mamas cu cona cara costas braços boca tudo
ate nao se conseguir aguentar em pe e começar a ficar com a corda mesmo apertada
e depois ser enrabada e obrigada a mamar
deus
Anonymous said...
puta ouve bem. so vou dizer isto uma vez. eu nao vou contactar-te. tu vais contactar-me no dia em que te disser para o fazeres. procura que seja um dia em que estejas sem tusa. seca . num daqueles dias em que enfiarem-te ma sarda pela goela e outra no cú apenas te possa fazer sentir reles. nada de gozar.as putas cultas nao podem gozar.se começares a salivar da cona ja sabes levas com uma menina de 7 olhos nessas nalgas. sabes como são essas réguas?depois ponho-te sal nas feridas e deixo a turba foder-te até desmaiares. e mesmo desmaida faço-te um trabalho de vacuo vaginal que ficas com bordas de égua.

deus. sim.

19 Setembro 2006

amarrada a um pequeno banco de forma a ficar com o cu empinado. depois fizeram-na lamber o cabo d euma vassoura e a seguir enfiaram-lho no cu. 30 cm por ali dentro e ela a gritar.
«isso, cabra! grita!»
«mais 10!»
e meteram mais 10 cm.
Anonymous said...
olha puta nunca foste tratada como mereces. tenho um grupo de loucos capazes de te foderem o coiro todo. cona, cu broche, punhetas 5 gajos a revesarem-se nesse cu. temos um que tem um braço no lugar do caralho. sao 29 cms nesse cu arrebenta-te o instestino. e nada como uma esporradela conjunta pra essa boca e de imediato recomeçar tudo até te começar a sair sangue da cona. e inda assim continuares a mama-lo.

senhor por favor contacte-me.
lambetudo@hotmail.com

18 Setembro 2006

rape and punishment

não sei quem escreveu a entrada na wikipédia, mas percebe da poda.
depois da confusão dos últimos tempos alguns amigos meus resolveram "voltar a verificar" se eu era mesmo uma puta. mandaram-me estar na praça da figueira ontem à noite, vestida só com uma mini-saia e uma camisola. era suposto aparecerem à 1 da manhã mas deixaram-me ficar por lá até depois das 2. vários machos passaram e atiraram-me bocas, mas ninguém se meteu realmente comigo. o que foi uma pena. a situação, contudo, excitou-me, e já estava toda húmida quando eles chegaram. pararam à minha frente numa carrinha e mandaram-me entrar para a parte de trás. mas primeiro tive de me despir ali na rua. acho que houve gente que viu, porque houve gritos, mas isso até me soube bem. depois levaram-me para uma casa em alvalade.
estavam lá vários homens que eu não conhecia e outros conhecidos. havia também mais duas putas. a mim, puseram-me logo a trabalhar. tive de ajoelhar e mamar os caralhos uns a seguir aos outros, mas ninguém se veio.
"estamos a guardar-nos para o teu cu", disseram.
e assim foi. fui enrabada por vários. um deles, um preto com um caralho enorme, fez-me guinchar como uma porca na matança, o que divertiu toda a gente.
no fim vieram trazer-me a casa. nua. deixaram-me à entrada da rua e tive de correr em pelota para casa. mas ninguém me viu.
não consigo evitar. a sevícia de putas deixa-me cheia de tesão. nada me dá tanta tesão. sou uma porca.

17 Setembro 2006

15 Setembro 2006



quando se pôs a mamar o caralho do violador e o deixou depois escapar da prisão, a puta já sabia que o castigo era ser encerrada nas celas dos criminosos sexuais. nua. por tempo indeterminado. era a punição certa para uma traidora.
o violador também sabia, e gozou com isso enquanto a fodia. não a deixou esquecer. repetiu-lho na cara durante todo o tempo em que ela o chupou e, depois, enquanto descarregava a esporra nas mamas dela.
«quando acabarem contigo nem o cu se te aproveita.»


um leitor enviou-me esta foto, afrmando que na praia as putas não deviam ser autorizadas a usar mais do que isto. concordo inteiramente.




sim sim sim sim!



suponho que o mais interessante nisto é as putas não saberem se as vão deixar ali. amarradas na areia, pernas abertas com a rata à mercê da água, das pulgas da areia e dos caranguejos. e, sobretudo, de quem passe por ali.
imaginem as putas a verem os homens afastarem-se. ali amarradas sem poderem fazer nada, absolutamente impotentes. à mercê de todos. até dos cães. há sempre cães na Costa.


sentada de encontro à mesa, saia para cima e uma mão a segurar-me o pescoço com força. disseram-me que não tentasse fugir ou fechar as pernas, senão rebentavam-me. apanharam-me à entrada do prédio. vinha das compras. entraram comigo, mandaram-me pousar as compras e levantar a saia. levei logo uma bofetada por estar de cuecas.
«as putas não usam cuecas», gritaram-me.
tirei as cuecas. mandaram-me levantar outra vez a saia.
«bela cona rapada», apreciaram. «mesmo a pedir foda.»
empurraram-me contra a mesa da cozinha, despiram-se e começaram logo a foder-me. vieram-se os dois para cima das minhas coxas. não me autorizaram a lamber.
«as vacas como tu não merecem beber a esporra.»
foram-se embora depois de prometerem voltar.
disseram-me o que pretendiam:
«é assim, puta: vais chupar todas as pichas que estão nesta sala e tens uma hora para esvaziar todos os colhões. se falhares um que seja, vais parar ao rio dentro deste barril. entendido?»
o barril estava no meio da sala, aberto. era um verdadeiro barril, de aduelas escuras e aros de metal já ferrugentos, suficientemente grande para me meterem lá dentro. não duvidei que o fizessem. eram machos e estavam excitados, cheios de testosterona até aos olhos. estavam furiosos por eu lhes ter escapado durante tanto tempo, por eu os ter enganado, gozado, e agora queriam a desforra. que não me tivessem desfeito a murro era um milagre. sim, era certo: se eu não fizesse o que eles queriam, o meu belo corpinho de puta sexy iria servir de comida aos peixes.
em vez de me assustar, a perspectiva excitou-me tremendamente. estava a descobrir em mim todas as pulsões que durante tanto tempo tinha imaginado, escondida atrás do écran do computador, convencida de que eram apenas fantasias.
«isto excita-te, puta?» perguntou o primeiro a pôr a picha na minha boca.
«sim.»
«óptimo. nesse caso, antes de te metermos no barril levas 50 chicotadas. só para aqueceres.»
gargalhadas.
«as chicotadas, leva-as quer vá para o barril quer não», gritou outro homem.
diversas vozes apoiaram.
eu estava a chupar cheia de vontade, com a rata a arder-me entre as pernas e a garganta a pedir que a cabeçorra que eu chupava se enfiasse por ela dentro sem piedade.

14 Setembro 2006

um macho a sério apanha o que quer.

10 Setembro 2006



ela pensou que em casa da mãe estava segura. não sabia que a mãe já era puta ainda nem ela tinha dentes. puta com gosto e arte, de pedir aos machos que lhe metessem a verga pelo cu acima e a deixassem no chão sem acordo. por isso, quando ele chegou, ela não fugiu. esperou.
«puta!» chamou ele. «vem cá! vem ao castigo.»
ela esperava que a mãe a escondesse. ou a defendesse. mas a mãe limitou-se a abrir a porta e a indicar ao macho onde ela estava escondida.
«está ali», disse. «não se preocupem, ela, na verdade, está mortinha por isto.»
e o problema é que estava.
a Costa é realmente um belo sítio. aquelas matas dão para muita coisa. até para uma puta encontrar quem a trabalhe como ela merece.

09 Setembro 2006



deixada de repente sem se vir. aos gritos de tesão. quer um caralho. seja como for. quer que a montem e a abram ao meio até se vir. atrás, a tirar a fotografia, está um segundo homem. esse não brinca. o homem esporrou-se e vai embora. o segundo vai pousar a máquina fotográfica e pegar na vergasta. vai vergastar-lhe a cona até ela já não conseguir gritar. toda a escorrer. e depois vai montá-la. ao mesmo tempo que lhe aperta um nó corredio em volta do pescoço. quer vê-la ficar roxa ao mesmo tempo que se escorre toda com o caralho dele bem enfiado no cu. até rebentar.
começar um blogue novo é como rapar a cona. faz bem à alma.